quinta-feira, 29 de setembro de 2016

WALDICK SORIANO - (1998) EM BOLEROS

O mestre Waldick Soriano, em uma postagem repleta de saudosismos...

Passados oito anos de seu falecimento, ocorrido em 4 de setembro de 2008, só nos resta prestar nossas singelas homenagens. E isto a gente sabe fazer, modéstia à parte, também com maestria.

O disco que o MÚSICA DAS ANTIGAS apresenta, "Waldick Soriano Em Boleros" traz uma homenagem em vida, feita em 1998, com participações mais que especiais dos fãs ilustres de Waldick. Cantando com o ídolo, ninguém menos que Cauby Peixoto, em "Tortura de Amor"; Núbia Lafayette, em "Eu Vou Ter Sempre Você"; Tânia Alves, em "Quem És Tu?"; Sérgio Reis, na faixa "Justiça de Deus"; o bregastar Falcão, na clássica "Eu Não Sou Cachorro, Não"; o também imortal Jair Rodrigues faz dueto em "Mensageiro"; além da inimitável voz de Waldick nas demais faixas.


Faixas:

01 Tortura De Amor (Com Cauby Peixoto)
02 Depois De Você, Mais Ninguém
03 Eu Vou Ter Sempre Você (Com Núbia Lafayette)
04 Paixão De Um Homem
05 Quem És Tu? (Com Tânia Alves)
06 Perfume De Gardênia
07 Justiça De Deus (Com Sérgio Reis)
08 Dama De Vermelho
09 Quem Eu Quero Não Me Quer
10 Eu Não Sou Cachorro, Não (Com Falcão)
11 Mensageiro (Com Jair Rodrigues)


ORLANDO DIAS - (1999) SELEÇÃO DE OURO (20 SUCESSOS)

Orlando Dias, nascido na cidade de Recife (PE), em 1º de agosto de 1923, foi um cantor e compositor diferenciado e muito polêmico, cujo principal sucesso foi "Tenho Ciúme de Tudo". Gravou também músicas de apelo bem popular como "Com Pedra na Mão" e "Coração de Pedra". Orlando Dias é mais um dos cantores que depois de fazer muito sucesso nos anos 60, 70 e 80, tem seu nome esquecido pelos letrados em música. É por isso, também, e pelo muito que ele fez pela música popular do Brasil, que sempre recebeu merecidas homenagens. Ao lado de Altemar Dutra e Agnaldo Timóteo, Orlando Dias foi seguramente detentor de maior prestígio na gravadora Odeon. Seus discos, sempre esmerados pela produção que os envolviam, estavam entre os mais vendidos do Brasil, ganhando destaque no rádio e na tevê, rendendo fama e prestígio junto ao público que lhe consagrou como um dos maiores intérpretes de boleros. 

Na década de 60, quando Waldick Soriano, ao lado de Teixeirinha, era estrela da gravadora Chantecler, Orlando Dias disputava fatia importante no mercado, como figura que podia disputar espaço de igual para igual com Waldick. Os dois eram superpopulares, e sempre com manias inusitadas para ganhar manchetes nas revistas especializadas, bem como na extinta Revista do Rádio. Waldick não escondia de ninguém que era "machão", fazendo uma linha elegante, mas que logo foi interpretada como cafona; enquanto que Orlando Dias, sem reservas, abria as portas da sua casa para receber a imprensa e mostrar sua coleção de bonecas, o que deixava seus fãs um pouco desapontados. 

O nome verdadeiro de Orlando Dias era José Adauto Michiles, com o qual assinou centenas de composições. Não teve filhos, mas seu estilo foi copiado por dezenas de cantores que buscavam inspiração, principalmente, no gênero dramático de interpretar canções que quase sempre retratavam amores fracassados e ciúmes doentios. "Perdoa-me Pelo Bem Que Te Quero", "Mentiste-me" e "Tenho Ciúmes de Tudo" são músicas consagradas na voz do cantor pernambucano. Certamente, vivas na memória dos fãs. 

A canção "Tenho Ciúmes de Tudo", marco inconteste na carreira do cantor, gravada em 1961, para o jornalista Rodrigo Faour (autor da biografia do cantor Cauby Peixoto), era "horrenda". O jornalista, entre "Deus Me Livre!", disse ainda, em 2000, que mais de cinco músicas de Orlando Dias ninguém conseguia ouvir. O que é lamentável, no entanto suficientemente compreensível, dado ao gosto pessoal que cada um tem e que deve ser respeitado, afinal, nem todo crítico é como Artur da Távola, que disse para Roberto Dávila: "Deus me fez insuportavelmente eclético. Ouço e gosto de tudo que é música". A mesma canção ganhou, nos anos 70, uma interpretação pungente do eclético Caetano Veloso. 

Orlando Dias faleceu aos setenta e oito anos, em 11 de agosto de 2001. Orlando Dias sofria de mal de Parkinson, mas morreu vítima de infarto. Ele estava em casa, na Ilha do Governador, zona norte do Rio (RJ), quando começou a passar mal, por volta das catorze horas. A irmã, a também cantora Maria Creuza, ainda tentou levá-lo ao hospital, mas o cantor não resistiu. Orlando Dias era viúvo, não tinha filhos e morava com Maria Creuza.


(Fonte: Memorial da Fama - revisada.)


Faixas:

01 Tenho Ciúme De Tudo
02 Perdoa-Me Pelo Bem Que Te Quero
03 Eu Te Quero Tanto
04 Minha Serás Eternamente
05 Nunca Mais
06 Espera Um Pouco Mais
07 Que Me Importa?
08 Ninguém Gostou De Alguém Como Eu Gosto De Ti
09 Minha Serenata
10 Tu Hás De Pensar Em Mim
11 A Minha Vida É Um Tormento
12 Vem Pra Junto De Mim
13 Luz De Minha Vida
14 Sonhar Contigo
15 Com Pedra Na Mão
16 O Adeus De Um Suicida
17 O Direito De Amar
18 Tu És O Meu Mais Puro Amor
19 Sinfonia Da Mata
20 Mentiste-Me


ANÍSIO SILVA - (1999) SELEÇÃO DE OURO (20 SUCESSOS)

Anísio Silva nasceu a 29 de julho de 1920 numa fazenda, hoje pertencente ao município baiano de Rio do Antônio, na época território da cidade de Caculé. Antes de iniciar carreira artística, foi balconista de farmácia.

Anísio Silva iniciou sua carreira em 1952, no Rio de Janeiro (RJ), já no estilo romântico. Em 1957, assinou contrato com a gravadora Odeon, na qual viveria a melhor fase de sua carreira. Nesse ano, teve seu primeiro grande sucesso, "Sonhando Contigo", título também de seu primeiro LP. O segundo LP veio dois anos mais tarde, intitulado "Anísio Silva Canta Para Você", do qual se destacou a guarânia "Quero Beijar-te as Mãos", de Arsênio de Carvalho e Lourival Faissal. Mas, o grande estouro de sua carreira veio em 1960, com o lançamento do disco "Alguém Me Disse", quando vendeu mais de dois milhões de cópias, tornando-se o primeiro cantor do Brasil a ganhar o disco de ouro. A faixa-título, um bolero de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, tornou-se o maior sucesso da carreira de Anísio. A música foi regravada pela cantora Gal Costa, em 1988. Voltou a gravar ao longo de sua carreira inúmeras músicas da dupla Jair Amorim - Evaldo Gouveia.

Em 1962, gravou mais um disco, "O Romântico", com mais êxitos, como "Abraça-me", de Almeida Rego e Antônio Correia, e "Ave-Maria dos Namorados", de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. Gravou seus dois LPs pela gravadora Odeon, no ano seguinte: "Só Penso Em Ti" e "Canção do Amor Que Virá". O último disco do período veio em 1964, intitulado "Estou Chorando Por Ti". Ficou afastado da vida artística por um período de três anos. "Retorno" (1967) e "Lembrança de Você" (1968) foram seus últimos trabalhos pela Odeon, afastando-se novamente em 1968 para dirigir uma casa noturna de sua propriedade no Rio de Janeiro (RJ).

Voltou esporadicamente à carreira artística. Vendeu mais de dez milhões de discos. Morreu no Rio de Janeiro (RJ) de infarto, em seu apartamento no bairro do Flamengo, no dia 18 de fevereiro de 1989. Teve apenas dois filhos de seu único casamento, sendo seu filho Vini Silva, produtor artístico e cultural, continuador de sua obra.


(Fonte: Wikipedia - revisada.)


Faixas:

01 Alguém Me Disse
02 Onde Estás Agora?
03 Quero Beijar-Te As Mãos
04 Sonhando Contigo
05 Interesseira
06 Tu, Somente Tu
07 Devolva-Me
08 Ave Maria Dos Namorados
09 Tudo Foi Ilusão
10 Não Digo O Nome
11 Sempre No Meu Coração (Always In My Heart)
12 Pressentimento
13 Vida, Vida
14 Se A Vida Parasse
15 Três Palavras (Tres Palabras)
16 Me Leva
17 Abismo
18 Onde Estarás?
19 Sempre Em Meu Pensamento
20 Não Tenho Lágrimas


ALTEMAR DUTRA - (1973) OS GRANDES SUCESSOS DE ALTEMAR DUTRA

Altemar Dutra de Oliveira foi um cantor brasileiro.

Sucesso em toda a América Latina, interpretando obras como "Sentimental Demais", "O Trovador", "Brigas" e "Que Queres Tu de Mim?", com boa parte das canções de autoria da dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim, foi progressivamente destacando-se no gênero musical bolero. De fato, veio a ser aclamado como o "rei do bolero" no Brasil.

Iniciou sua carreira cantando uma música de Francisco Alves, na Rádio Difusora de Colatina, no Espírito Santo, localidade para onde sua família havia se mudado. Antes de completar sua maioridade, seguiu para o Rio de Janeiro (RJ), levando uma carta de apresentação para o compositor Jair Amorim, que o encaminhou a amigos do meio artístico. Tentou a sorte como crooner em boates e casas de espetáculos.

Gravou seu primeiro disco na gravadora Tiger, com "Saudade Que Vem" (de Oldemar Magalhães e Célio Ferreira) e "Somente Uma Vez" (de Luís Mergulhão e Roberto Moreira). Por volta de 1963, foi levado por Jair Amorim para o programa "Boleros Dentro da Noite", na Rádio Mundial, e no mesmo ano Joãozinho, do Trio Irakitan, levou-o para a gravadora Odeon, pela qual foi contratado. Logo, atingiu os primeiros lugares nas paradas de sucesso com "Tudo de Mim" (de Evaldo Gouveia e Jair Amorim), tornando-se conhecido em todo o Brasil.

Em 1964, gravou com grande sucesso "Que Queres Tu de Mim?", "O Trovador", "Sentimental Demais" e "Somos Iguais" (todas de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). Destacou-se também na América Latina, fazendo apresentações em vários países e gravando um LP com Lucho Gatica: "El Bolero se Canta Así".

Com suas versões em espanhol, chegou a vender mais de quinhentas mil cópias na América Latina. Depois de ter dominado as paradas de sucesso locais, a partir de 1969, passou a conquistar fãs de origem latina nos Estados Unidos. Em pouco tempo, tornou-se um dos mais populares cantores estrangeiros nos Estados Unidos. Apresentava um show para a comunidade latino-americana, no clube noturno "El Continente", em Nova Iorque, quando faleceu aos quarenta e três anos, de derrame cerebral.

Foi casado com a cantora Marta Mendonça, tendo dois filhos, Deusa Dutra e Altemar Dutra Júnior, este também a seguir carreira artística.


(Fonte: Wikipedia - revisada.)


Faixas:

01 Que Queres Tu De Mim?
02 Ave Maria Dos Namorados
03 Quem Foi?
04 O Trovador
05 Serenata Da Chuva
06 Maldito
07 Sentimental Demais
08 Tudo De Mim
09 Contigo, Aprendi (Contigo, Aprendí)
10 Brigas
11 Vai, Andorinha (Vola, Colomba)
12 Eu Voltarei (Emporte Moi)


OSVALDO OLIVEIRA - (1999) 20 SUPER SUCESSOS

Ele sempre se auto-intitulou “um paraense autêntico”, desses que amam e exaltam a beleza de sua terra natal, mesmo estando distante dela. Esteve ao lado de grandes nomes da música nacional e, em 1972, chegou a superar o rei Roberto Carlos em vendas de discos, nas regiões Norte e Nordeste. Dada a dica e se você pensou e respondeu Osvaldo Oliveira ou, simplesmente, Vavá da Matinha, está certíssimo. Mas, se nunca ouviu falar desse grande artista, não caia no desânimo. Você vai conhecer, nessas linhas, um dos precursores da música brega paraense e o responsável por abrir o caminho do sucesso para tantos cantores e bandas conhecidas, como a Calypso, por exemplo.

Cantor e compositor, Vavá da Matinha (apelido dado pelo amigo e saudoso radialista Eloy Santos), 75, começou a carreira cantando em programas de auditório da Rádio Clube do Pará, no final da década de 1950. Daí, ganhou notoriedade e o Brasil. Era considerado o Jackson do Pandeiro do Pará, só que seus ritmos tinham um balanço diferente de qualquer influência baiana ou carioca. Mais uma prova de sua autenticidade musical, presente em canções cheias de referências às coisas da terra, às crenças, às comidas, ao Ver-o-Peso e ao bairro onde nasceu, a Matinha, hoje bairro de Fátima. “Pará e Bahia”, “A Beleza da Rua” e “O Canto do Galo” são algumas das obras bairristas dele que fizeram grande sucesso. “Gravei pelo menos sessenta e quatro músicas exaltando o Pará e acho que talvez tenha sido o cantor que mais falou desse Estado em suas canções. Enquanto baianos como Dorival Caymmi exaltam a Bahia, eu exalto o Pará. Morro defendendo o meu Estado”, disse em entrevista há três anos para a TV Cultura. Aliás, um de seus últimos depoimentos gravados, desde que fixou residência em Fortaleza (CE). Vavá da Matinha só voltou a aparecer na imprensa recentemente, devido ao seu estado de saúde debilitado. Vavá começou sua carreira cantando forró, mas foi com o bolero (uma espécie de embrião do brega) que ganhou fama nos anos de 1970. Vendeu muitos discos, foi o primeiro cantor a gravar um merengue com letra (“A Deusa do Mercado São José”) e teve muitas de suas composições gravadas por gente como Jackson do Pandeiro, Bezerra da Silva e o forrozeiro Abdias

O primeiro registro musical do artista aconteceu em 1960, com a gravação de duas músicas numa coletânea da gravadora Continental. No ano seguinte, gravou um disco “compacto” e o primeiro LP “Eternas Lembranças do Norte”, com quatro composições e a maioria das músicas no ritmo do forró. A propósito, o cenário musical da época evidenciava artistas como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro e Vavá fazia parte disso. Ele também esteve na caravana do forró percorrendo o Brasil, juntamente com Marinês, Messias Holanda, Trio Nordestino e outros.

Na sequência, vieram mais três LPs pela gravadora CBS. Mas foi em 1972 que Vavá da Matinha estourou de vez. A música “Só Castigo”, do disco de boleros com o mesmo título, fez o cantor ultrapassar em vendas Roberto Carlos, nas regiões Norte e Nordeste. O sucesso foi tamanho que abriu caminho para outros bregueiros que se tornariam verdadeiras estrelas, como o pernambucano Reginaldo Rossi.

A trajetória de Vavá seguiu adiante na década de 1970, com o lançamento de vários discos de bolero, mas começou a estancar e cair no ostracismo a partir dos anos de 1980. O artista se refugiou em Castanhal (PA) e depois Fortaleza (CE), vindo a Belém (PA) esporadicamente. Atualmente, faz tratamento na capital paraense, onde se recupera de um AVC. Sem empresário e sem recursos, antes de adoecer, Vavá aceitava realizar shows por cachês não dignos para sua grandeza musical.


(Fonte: Diário do Pará.)


Nota: Osvaldo Oliveira faleceu no dia 31 de março de 2010, em razão de complicações de um acidente vascular cerebral, agravado por pneumonia e arritmia cardíaca.


Faixas:

01 Só Castigo
02 Lá Vem Maria (La Mecha)
03 A Deusa Do Mercado São José
04 Conselho Amigo
05 Ninguém Segura O Nosso Amor
06 Mulher
07 A Dor E A Separação
08 Merengue Brasileiro (Cada Tierra Con Su Ritmo)
09 A Gaiola E O Canário (Las Cotorras)
10 Criola
11 Dançando Merengue (Goza Negra)
12 Amor De Minha Vida
13 Mal Acostumado
14 É Com Jeitinho
15 Blefe Fatal
16 Aqui Se Faz, Aqui Se Paga
17 Minha Companheira Solidão
18 A Culpada É Você
19 Deixa Esta Vida
20 Pra Ninguém Dormir


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